segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fazer mais com menos deve ser nosso lema


13 de abril de 2011 | 0h 00

ESTADO.COM.BR - Internacional

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Fazer mais com menos deve ser nosso lema
Bruce Piasecki, Christian Science Monitor

    Para enfrentar a realidade do século 21, a luta pela liberdade, comida e energia, precisamos adotar um espírito de frugalidade competitiva com base no conceito do menos.

A


imensa agitação que abala hoje o mundo árabe pode parecer um fenômeno singular - uma onda histórica que arrebenta e em seguida recua. Mas, como em pouco tempo haverá sobre a Terra 7 bilhões de pessoas, seria ingênuo negligenciar uma realidade do século 21: a luta fundamental do homem pela liberdade, pelos alimentos e pela energia se intensificará em escala global nos próximos anos.
Recentemente, vimos os levantes provocados pelo aumento dos preços da comida, enquanto a atual elevação da inflação nos postos de gasolina e nos supermercados sugere que mais problemas nos aguardam. Em suma, vivemos em uma estufa global cercada por forças de mercado que atuam de maneira muito acelerada e ao mesmo tempo muito forte.
No Ocidente, costumamos atender às necessidades de populações cada vez mais numerosas com a ingenuidade do conceito do mais: mais milho por hectare, mais rodovias, mais programas de governo, mais redes de lojas e supermercados, mais riqueza pessoal e corporativa, mais tudo. A história sugere que isso funciona - até deixar de funcionar.
E hoje é evidente que nossa obsessão pelo mais e nossa confiança na superabundância dos recursos não apenas prejudicam o meio ambiente, como esvaziam de sentido valores que tornaram os EUA e outras nações prósperas, em primeiro lugar.
Em vez disso, devemos adotar um espírito de frugalidade competitiva com base no conceito do menos. "Fazer mais com menos" deve ser nosso lema, nosso objetivo e o apelo para nos tornarmos frugais, diplomáticos e dotados de imaginação. Poderá parecer um conceito radical, mas é simplesmente a moderna versão do que Benjamin Franklin pregava - e a maioria dos americanos praticava - três séculos atrás. "A preguiça torna todas as coisas difíceis, o trabalho torna tudo fácil", nos lembrava Franklin. "Aquele que levanta cedo, corre o dia todo, e mal cuidará dos negócios à noite, enquanto a preguiça anda tão devagar que a pobreza logo a ultrapassa."
A sabedoria de Franklin a respeito da autodeterminação e da frugalidade competitiva é muito mais do que simples mote de autoajuda. Ela representa um plano de renovação para uma nação e suas empresas - e um regime de desintoxicação para a alma moderna envenenada pela lógica implacável e pelo desejo ardente de possuir mais.
Olhemos para nosso pequeno planeta. Apesar da crise econômica global, Índia, Brasil, Indonésia e algumas nações asiáticas prosperam graças à sua frugalidade e imaginação. No mundo das grandes empresas, a Federal Express prospera transportando mais mercadorias com menos caminhões e aviões. A vontade de realizar mais com menos é uma fórmula de sucesso. Na realidade, enquanto nosso mundo é definido pela escassez, a arte da frugalidade competitiva poderá se tornar a característica fundamental das principais nações e corporações.
Estagnação. O aspecto positivo da estagnação de nossa economia está no fato de que nos obriga a exercer esta arte e a aprimorá-la continuamente. Os governos aprendem a proteger mais com menos. As corporações aprendem a produzir mais com menos. E os consumidores aprendem a fazer mais com menos.
Em nossa era da abundância, depois da 2.ª Guerra, nossas mentes mais brilhantes nos negócios tomaram como objetivo o crescimento por meio do aumento das vendas ao público. Hoje, numa era de escassez, as mentes mais brilhantes nas empresas passaram a obter lucros usando menos água, menos carvão e criando menos lixo industrial.
"O tempo perdido jamais será encontrado", advertia Franklin. Do mesmo modo, os recursos naturais e os combustíveis fósseis perdidos no desperdício raramente voltarão. O espirito de frugalidade competitiva exigirá que abandonemos o impulso para o uso da facilidade e da indulgência. Essa vívida resposta humana continua fazendo parte de nosso DNA cultural.
A busca de respostas do mercado aos problemas sociais relativos à mobilidade, segurança, sustentabilidade e à qualidade da vida para os 7 bilhões de habitantes do planeta terá de ser feita com a maior pressa. Ela exige uma inovação agressiva. Uma das maneiras de acelerar nossa frugalidade competitiva é a redefinição do nosso conceito de dinheiro e de nossa relação com ele.
Costumamos considerar o dinheiro em termos meramente quantitativos, como unidade de medida da felicidade - e é por isso que o desejamos em quantidades cada vez maiores. Mas o dinheiro tem a ver também com respeito, reputação e capital social. Então, onde foi que erramos? Por que a vingança, a criminalidade e a extorsão hoje se tornaram tão comuns no mundo dos negócios? Alguns culpam as mentiras da filosofia das escolas de administração de empresas.
No contexto da escassez, uma companhia é concebida como uma resposta social à oportunidade. Somos bem-sucedidos porque fazemos certas coisas melhor, com menos desperdício, do que a concorrência. Há uma satisfação social em termos consciência disso.
Franklin não é o único pensador que pode nos nortear. O poeta irlandês William Butler Yeats explora vários temas relevantes em um maravilhoso ensaio de 1897, William Blake e a Imaginação. Ele observa: "Houve homens que amaram o futuro como uma amante, e o futuro mesclou seu hálito ao deles e sacudiu os cabelos para eles ... William Blake foi um destes homens ... porque ao iniciar coisas importantes ... ao iniciar qualquer trabalho, há um momento em que compreendemos mais perfeitamente do que compreenderemos depois, quando estiver concluído".
Yeats está totalmente certo. Estamos no início de uma importante tarefa - a de salvaguardar o nosso futuro. É verdade que a escassez leva à criatividade. Mas a necessidade não pode ser a única mãe da invenção. Precisamos começar redefinindo a própria prosperidade, abandonando o consumo cada vez maior de bens e serviços, rumo à sustentabilidade da própria vida. O sentido mais profundo dos desafios naturais exige esta resposta humana mais elevada.
No século passado, os valores mais altos da criatividade em meio à escassez surgiram durante as grandes guerras, quando a pesquisa e o desenvolvimento destinados à destruição nos presentearam com novas tecnologias espantosas, da energia nuclear ao titânio e aos biocombustíveis. Neste século, devemos fazer com que esta mesma criatividade e genialidade tecnológica estejam ao serviço da sustentabilidade. E não se enganem: a sustentabilidade não é uma mera aspiração - é a guerra que travamos contra nossa destruição futura. [i]

TRADUÇÃO: ANNA CAPOVILLA
                                É PRESIDENTE DA EMPRESA DE CONSULTORIA AHC GROUP E ESCRITOR


[i] O alerta que pensadores, sociólogos, filósofos entre outros vêem fazendo aos governantes  não tem sido  alvo da discussão política ,visto que a empolgação em adquirir  por ela  suas fortunas  as vezes de forma imoral e corrupta ,não permitem que  verdadeiros políticos sente-se a cabeceira  e muito menos pessoas que seriamente pensa a situação que vivemos, o povo por sua vez “não tem vez” nem voz. Na era da informação parecem que eles, os políticos governantes estão desconectados, se assenhoreiam do Poder, verdadeiros “donos”. Discursos bem afinados com a mídia e seus interesses são postados  e criam a figura de “homens públicos”  alguns até na contramão da sua própria historia se dizem “cabedal de ética e zelosos do bem publico” .
Agora por exemplo o que importa e fazer bonito para o mundo mesmo que se repita a triste história recente de olimpíadas leia-se CHINA onde esconderam os pobres e miseráveis para mostrar ao mundo algo irreal. O  povo brasileiro sente na pele a falta de condições enevoada por programas  que gastam mais  com os executores do que com os que são considerados “os fins”ou melhor para quem deveria ser destinados tais recursos. A conta da Copa e Olimpiadas não param de aumentar,temos alem da APO –Agente Publico Olimpico  o recém criado  Conselho para os mesmos fins e ainda temos ministro de Esporte e seu rico ministério (que vergonha PCdoB) a última denuncia a FIFA  determina gastos e isenções Fiscais dando prioridades aos seus parceiros o Blater parece que este é o nome do mandatário da FIFA até mesmo ameaça os países que são contra ou questionem sua administração de serem banidos do futebol palavra  do jornalista inglês que declarou que seu pais retirou todo tipo de acusação ao órgão pela benesse de continuar no futebol.
Corruptos acordem já estão aparecendo outros com super poderes.
  

Este artigo trata do principio primordial da Boa administração; Fazer mais com menos.  Parece que não é bem essa  a visão dos nossos políticos governantes e não dá mais para declarar a culpa é do governo anterior (chavão inventado ou bem interpretado pelo Dep.Genuino do PT nos idos anos de 2002)aliás é bem culpa do governo anterior que deixou um legado de oportunismo e escancarada liberação do bem publico para alguns como Eike Batista para quem BNDS é o grande facilitador de dinheiro barato.(em entrevista a Gabi )



quinta-feira, 16 de junho de 2011

Que vergonha!

Negar as instituições e autorizar
desmandos  pratica inaceitável para um governo de um país que se diz querer ser sério.

Parabéns Governantes!
(PT, PMBD, PDT, PV, PL, PSB, PR, PC, PCdoB quem diria que um dia veria o partidão neste embrolio- vou atualizar - quem anda com quem neste escabroso meio político)
O desmando está  oficializado.
Obras da Copa e Olimpíadas  serão tratadas  sem as regras normais das licitações
Ou seja, atrasaram obras bem a propósito para poder agora meter a mão, a quem interessa  fazer assim,  "Que país é esse?"
D.Dilma está seguindo os passos  do seu mestre quando tirou do TCU as obrigações de olhar e dar seu visto nas obras do PAC.
Isto é o jeito PT de governar? Vimos o PT nascer com propostas honestas e até confiávamos que seria assim hoje o que vemos são os cargos serem loteados atendimentos aos amigos e até mesmo desconfiamos que o Palocci estivesse naquele lugar a propósito para este fim, e quem entrou no lugar dele deverá dar cabo  a infame tarefa de cumprir tais pretensões 
Escrevi no primeiro dia de mandato da D. Dilma da minha confiança num governo sério onde os interesses do pais seriam respeitados. percebe-se que tudo não passa de piada a seriedade exigida dos outros não chega nem de perto ser a prática deste governo.
Seria muito bom cada leitor deste blog procurasses ver os Parlamentares  da base do governo e assinalar seus nomes e observar seus enriquecimento ainda mais depois desta aprovação infame.
Não temos dinheiro para professores bombeiros, policiais médicos isto para falar de categorias mais em todo  Brasil se aumenta na calada da noite salários já aviltantes de Vereadores, deputados e por conseqüência executivos que por decretos ganhos proporcional a estes, só não existe uma lei justa e eles (os governantes) não querem reformar nada quer lhes tirem a garantia de poder continuar rindo dos brasileiros, Que país é esse? onde nossos eleitos são algozes dos que eles declaram serem servidores?   
Que vergonha de vê-los cantando ou hasteando nossos pavilhões ou mesmo se achando interpretes de; "pra não dizer que não falei das flores”, Cidadão, Construção e outros hinos de uma luta que parece tem que voltar visto que estamos vivendo a ditadura da "esquerda" aliás opressão, nos salários nos atendimentos e nos impostos que faz rir o Sr.Ministro da Fazenda quando anuncia  que estamos arrecadando mais e por isso somos melhores e chorar o povo que paga impostos aviltantes da água ao leite.
LUTO é a palavra e o sentimento que temos diante de tais desmandos autorizados. Morreu a ética e a honradez.
VERGONHA e o que nossos rostos demonstram quando somos olhados lá fora como um povo varonil.
DERROTA é o que conquistamos quando elegemos um congresso sem nenhuma representação popular, manipulados que somos pela mídia  que não cumpre  seu papel de mostrar de fato quem são nossos aventureiros políticos ou profissionais na arte de enganar e usurpar seu próprio povo.
Obs. Seria bom dar uma olhada como estão os governantes do da Base “aliada” nos seus municípios como Campinas-SP Guarulhos-SP etc.etc.

Amigos fora das nossas fronteiras não se enganem, estes não são os verdadeiros brasileiros; trabalhadores,éticos e confiáveis esses são ... outros tipos de brasileiros são apenas políticos governantes.  

domingo, 5 de junho de 2011

Questões sem respostas


Discussões inócuas...
(Alias com poucas ou nenhuma conseqüência)

  •  Conferencias sobre o clima, discussões sobre o meio ambiente, que medidas podem ser tomadas para evitar um caos global
  • Sobre nossas fronteiras sem limites ou proteção entrada franca das drogas e armas (ninguém escutou o Gal. Augusto Heleno antes foi levado à reserva de forma compulsória >leia-se aposentadora)
  • Como elevar a economia, uma saída é preparar empregados ou a mão de obra mais qualificada para que o lucro seja certo
  •  Como gastar mais em obras faraónicas (trem bala) olimpíadas e copa do mundo enquanto o transporte publico que deveria facultar aos trabalhadores remadores incansáveis da economia com seus impostos e consumo (não consumismo) vira uma crise só com investimentos pífio sem dar conta da real necessidade tanto na quantidade como qualidade que passa essencialmente pela remuneração justa ou pelo menos acompanhando suas perdas dos que trabalham na manutenção e condução dos já existentes> transporte para trabalhador pode ser quando der pra fazer ou se virem nas 24 horas que cada trabalhador tem por dia para vender bem suas 8,10 horas de trabalho com outras 2,3,4 de deslocamento  
  • Esta é pra rir ou devia chorar...? Acabar com a miséria dando aos miseráveis 32,00 por filhos expandindo agora o limite de 3 para 5 filhos que somam 160 reais, mês visto que eles só tinham 70,00 para sobreviver em 30 dias, tudo isso com um programa que custa milhões e milhões para administrar e os “empostados” políticos defendendo que seus ganhos estão aquém das suas prerrogativas, a pobreza no Brasil garante empregos a milhares com robustos salários e mordomias
  • Como resolver os problemas das bactérias que se tornam mundiais sem ao menos tomar conta da saúde publica que a cada dia mata pessoas pela espera, falta de atendimento e profissionais sem qualificação formados por escolas sem condição técnica nem mesmo pedagógica de preparar para esta ingente situação >poucos hospitais estudantes em busca de formação mais em conta em outros países
  • Como resolver os conflitos na Líbia, bem! Se fossemos capazes de solucionar a situação dos nossos presídios superlotados e a nossa legislação ultrapassada ou quem sabe interessando mais aos infratores do que mesmo fazer justiça, onde assassinos confessos se entregam quando querem outros se tornam foragidos e os do “colarinho branco”  Mensaleiros e os atuais que infligem censuras aos que denunciam (ex. Jornal Estado de São Paulo) um trabalhador não consegue aumentar seus salários mais os que aumentam suas riquezas em 20 vezes como é possível explicar este milagre, desculpe-me sai do assunto da segurança publica não que estas situações não sejam caso de policia, a verdade é que estamos olhando para o mundo sem ao menos resolver os nossos conflitos. bem a propósito um ensino de Jesus Cristo primeiro em Jerusalém depois Judeia e Samaria e até os confins do mundo. Falta dinheiro para resolver tantos problemas e sobra para ser investidor do FMI

A questão básica e fundamental     

Quem viverá neste mundo ideal criado pelos nossos políticos? Onde sempre as propostas são para o futuro nunca para o presente (agora está na moda 2014 e 2016)
Nossa população jovem está semeada nos túmulos e presídios a violência atinge principalmente os jovens entre 14 e 29 anos na maioria sem formação adequada ( os famosos analfabetos funcionais), nossas crianças são violentadas por pedófilos pais e familiares outros nem mesmo nascem, são lançados em sarjetas e latões, nossas escolas publicas estão largadas ao seu próprio destino, professores ameaçados não conseguem cumprir seu papel embora capazes ficam impossibilitados de agir, a escola é “frouxa” no sentido de não poder coibir os desmandos dos alunos, familiares que querem apenas a frequência para ter direito aos programas sociais que estão inseridos e comunidades infestadas de facínora que roubam as próprias escolas sem segurança, até os carros dos professores(condução necessária aos deslocamentos para auferir seus parcos ganhos) isso tudo sob os vistos gloriosos da impunidade que vêem nos grandes escalões da sociedade onde policiais políticos (com suas exceções, claro existem os que dignificam tais categorias) e criminosos se arvoram e assumem o papel de heróis  “exemplo de ética”, onde o pior é sempre o melhor.  “Que país é esse ?” (que não tem transporte para o trabalhador gerador das riquezas no dia a dia mais fará até a copa de futebol e olimpíadas os maiores investimentos neste seguimento , não tem infraextrutura aeroportuária mais terá para aqueles eventos, não tem habitação para os cidadãos mais terá hotéis de luxo suficiente em 2014 até 2016,não tem leitos  em hospitais suficiente para atender mais com terá hospitais e atendimento a nível de primeiro mundo  e para não esquecer já está gastando por conta dos investimentos e lucros que virão da copa e olimpíada com salários dos comitês ministérios e APO Autoridade Publica Olímpica novo cargo entre tantos  como verdadeiros cabides de emprego para os mesmos) País da gastança desenfreada dos governos em todas esferas –Boa propaganda  a do tributação transparente –Youtube.com
Para que então tanta preocupação com o planeta se não temos igual preocupação em cuidar dos prováveis (quem sabe) sobreviventes para usufruir de tal benesse.
Antes de resolver os problemas da humanidade tomemos em nossas mãos as soluções cabíveis e viáveis para a felicidade do nosso povo que passa por uma justiça ágil, uma segurança efetiva e funcional, atendimento a saúde com a intensidade que a necessidade exige uma educação tratada com seriedade onde o espaço físico seja compatível com a proposta de ensino, professores respeitados, remunerados em nível dos profissionais com cursos superiores e familiares envolvidos na educação dos seus filhos. Uma educação de qualidade muda qualquer história pessoal e até mesmo a de uma nação. Uma educação de qualidade muda qualquer história pessoal e até mesmo de uma nação. Professores não são salvadores da pátria, a educação sim é a esperança  para um povo rico e sem direitos sociais preservados, diferenciado em inteligencia e criatividade contudo sem oportunidade de crescimento pessoal e/ou profissional, honesto por índole aviltado por vilões "donos do poder" que lhes negam toda sorte de atendimento ou respeito a sua dignidade.
 Claro que não somos contra providências que preservem o meio ambiente e a paz mundial o respeito aos direitos humanos. Não podemos fechar os olhos aos desmandos e falcatruas que acontecem todos os dias no Brasil e eleger os mesmos indicando-os ou eles arvorarem como solucionadores dos problemas universais.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Colápso impede avanço tecnológico

        
       Estamos já há mais de uma década ouvindo os brados que vêem da sociedade produtiva, e ontem a mídia dava conta que estamos com uma defasagem ainda maior nas indústrias de equipamentos estamos importando muita tecnologia e vendemos insumos e matéria prima não temos muito que oferecer no campo de tecnologia a entrada de capital estrangeiro é um fato mais sempre sob a ótica dos investidores nosso mercado é promissor, o incrível é que exportamos mentes produtivas e lá eles fazem sucesso. Enquanto isso aproveitadores oferecem “cursos” com títulos chamativos, incautos pagam por eles, mas ao final não tem finalidade útil para atender tal demanda. 
Cadê nosso ministério de Ciências e Tecnologias. Muito discurso acenando para a grande necessidade de investimento na educação voltada para a profissionalização de mão de obra e o que vemos? Só projetos quando muito para 2014 2016 ta difícil de acreditar que um dia isto se torne realidade.
Nossos estudantes desmotivados nem mesmo o ensino regular querem encarar como válido para o futuro, um numero muito pequeno de alunos ainda se interessam e buscam alternativas, ficam como a “nadar contra a maré” presas fáceis do subemprego fadados ao desemprego virando assim uma tremenda “bola de neve” famílias pobres sem preparo para o futuro gerando outros iguais sem nenhum presságio auspicioso que lhes dêem esperança.
As gerações de adolescentes e jovens estão olhando para o futuro e o que vêem...?  
ü  Escolas e professores sem reconhecimento e /ou motivação relegado a segundo terceiro ou a plano nenhum;aliás sempre apontados como culpados pelo não acontecer no aprendizado e formação efetiva dos estudantes;
ü  A maioria da população que depende da eficiência do estado em atender seus direitos sociais largados a própria sorte e aos discursos demagógicos de governantes e políticos profissionais;
ü  Exemplos claros de desmandos (merenda escolar entre outros)
ü  Os “donos  do poder”  continuam insensíveis aos apelos e realidade do povo;
ü  Políticos    velhos “decrépitos”  sem escrúpulos  ufanando-se  de “éticos”  e os que chegam bebendo da mesma água mexida por corrupção desavergonhada;  nos palácios e nas câmeras estão mensaleiros ,ministros que desviaram recursos públicos para suas campanhas , sem moralidade alguma e o povo....    
  Sabem o que ouvi de um grupo de alunos de ensino médio pesquisando sobre a época da ditadura/revolução militar?
“aquela época era melhor... se levava mais a sério as coisas de governo”




Avanço tecnológico pode sofrer colapso por
falta de mão de obra qualificada

Necessidade de qualificação profissional no Brasil é urgente. Entidades afirmam que, até 2013, poderá haver um "gap" de 200 mil profissionais em TIC. Setor, com peso de 8,3% sobre o PIB, saltará em dez anos para a 4a posição de maior do mundo.
Cotidiano Digital - Da Redação
As associações do setor de Tecnologia da Informação (ABES, ASSESPRO, BRASSCOM, FENAINFO, SOFTEX e SUCESU) uniram esforços para formular um conjunto de propostas ao Governo e aos candidatos a postos executivos e legislativos em níveis federais e estaduais. Com base em um estudo realizado, o objetivo das entidades é mostrar o que o setor de TI tem a oferecer à economia nacional e pleitear medidas que favoreçam o crescimento das indústrias de software e serviços de TI e, em consequência, contribuam para o desenvolvimento tecnológico nacional, a maciça geração de empregos no país e a inserção do Brasil no mercado internacional de serviços tecnológicos.
Alguns dados do setor traduzem a importância da iniciativa: a indústria de software e serviços de TI faturou em 2009 US$ 22,4 bilhões; TI é um setor de alto significado para o Brasil, pois emprega, diretamente, mais de 600 mil pessoas e paga salários que são o dobro da média nacional. O setor é parte do complexo de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que tem um peso de 8,3% sobre o PIB (Produto Interno Bruto). Como o setor cresce acima do dobro da expansão do PIB, a meta é ampliar o peso de TI sobre o PIB em, pelo menos, 50% nos próximos dez anos, dos atuais 3,5% para 5,3%.
Nesse período, nos próximos dez anos, o mercado brasileiro de TIC saltará da posição de 8º para o 4º maior do mundo e o valor das exportações de serviços de TI deverá subir dos US$ 3 bilhões alcançados em 2009 para US$ 20 bilhões em 2020, resultando na contratação de 300 mil profissionais apenas para prestar esses serviços internacionais. O mercado interno demandará outros 450 mil profissionais. 
Problemas Urgentes - Apesar do cenário positivo, as entidades registram, no entanto, problemas estruturais importantes que precisam ser resolvidos com urgência. O primeiro deles resulta de uma estrutura de tributação defasada que impede o pleno desenvolvimento das companhias e do mercado. Os encargos sobre a folha de pagamento, de 36%, são um enorme fator restritivo ao emprego formal nas empresas de TI, que são altamente intensivas em mão de obra. "O que o setor de software e serviços de TI solicita ao governo não é a concessão de incentivos fiscais insustentáveis ao Tesouro ou que abram um buraco nas contas da Previdência Social, mas a mudança do modelo de encargos, de modo que ocorra a completa formalização do setor de TI. A sugestão é que seja desenvolvido um mecanismo para que os encargos sociais sejam cobrados sobre o faturamento da empresa e não sobre a folha", dizem em documento.
Em segundo lugar, a composição empresarial do setor se mostra relativamente dispersa e inalterada: 94% são micro e pequenas empresas; 5%, médias, e apenas 1%, grandes empresas. "Entre as PMEs, 50% não superam cinco anos de vida. Assim, a cadeia de valor da indústria de TI, apesar de motivada, tem baixa capacidade econômica, dificuldade de expansão e limitado poder de investimento em pesquisa e desenvolvimento" reclamam os líderes das entidades.
Mão de Obra - De acordo com as organizações, o déficit atual de profissionais no Setor é de 71 mil profissionais e poderá ser de 200 mil em 2013. Para vencer o desafio de aumentar em 50% o peso relativo da TI sobre o PIB, o Brasil precisará incorporar cerca de 750 mil novos profissionais ao mercado. Só para atingir exportações de US$ 20 bilhões por ano, serão necessários 300 mil profissionais, considerando que a cada US$ 1 bilhão exportado é preciso criar 20 mil postos de trabalho. Já no mercado interno, serão necessários outros 450 mil profissionais. "Um profissional de TI precisa ter o domínio dos fundamentos de matemática e lógica, mas também é indispensável que ele domine a língua inglesa. Caberá ao poder público dar atenção redobrada à boa formação e qualificação profissional. Além de vetor econômico, TI deve ser vista como vetor educacional", orientam.
Os empregadores concordam. A SkillConsulting, por exemplo, busca continuamente profissionais de TI qualificados. A empresa, que desenvolve Soluções Fiscais para ERP estima crescer 75% só neste ano de 2010. De acordo com Viviam Posterli, sócia-diretora da companhia, "para atender a demanda da nossa empresa, não encontramos profissionais prontos no mercado", afirma. "E quando são especialistas em TI desconhecem temas fiscais. O caminho foi aproveitar a nossa expertise e investir em capacitação de novos talentos, formando dentro de casa´ os nossos profissionais", completa a executiva que observa ainda: "Como no mercado os profissionais de TI estão alocados e são poucos, é grande a disputa entre as empresas e, conseqüentemente, essa situação onera os salários".
O diretor da ReliaSoft, Claudio Spanó, também vê na capacitação a alternativa para a solução de muitos problemas que impactam a economia atualmente. Segundo ele, que é engenheiro especialista em Confiabilidade, os recalls nas indústrias automotivas e de eletroeletrônicos, por exemplo, poderiam ser diminuídos com soluções da Engenharia da Confiabilidade. "Só neste ano, o número de recalls de automóveis cresceu 44% de janeiro a agosto, em comparação com 2009. Setores ligados às indústrias automotiva, petroquímica e mineração oferecem excelentes oportunidades para engenheiros que têm interesse na ascensão profissional como especialista em Confiabilidade, já que 75% da indústria nacional busca nesta técnica, soluções para equacionar problemas de manutenção de seus produtos ou processos. Os salários podem chegar a R$ 10 mil, dependendo da atividade da empresa, sem contar a participação nos lucros e outros benefícios", conclui Spanó.
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